Ao longo da carreira, Luiz passou por contextos bem diferentes — e cada um ensinou algo que hoje faz parte da forma como a Mais Terapias é construída.
Em uma farmacêutica global, aprendeu que, quando o software lida com dados de saúde, segurança, acesso e rastreabilidade não são detalhes técnicos. São parte do produto e não podem ser flexibilizados só porque o prazo apertou.
Em uma empresa alemã, viveu uma cultura de engenharia muito orientada à consistência: construir sistemas que façam sentido hoje, mas que também continuem organizados e confiáveis quando outras pessoas precisarem dar continuidade ao trabalho.
E, antes disso, em times menores, aprendeu o outro lado dessa equação: decidir rápido, priorizar bem e fazer boas escolhas mesmo quando há pouca gente e muitos problemas para resolver.
Na Mais Terapias, essas experiências se encontram principalmente nos recursos de inteligência artificial. O assistente que ajuda a transformar um relato em rascunho de registro e a transcrição de áudio de atendimentos trabalham com algumas das informações mais sensíveis da plataforma: os dados clínicos.
Por isso, existe um princípio simples por trás dessas ferramentas: a IA ajuda, mas não decide. Ela organiza, sugere e prepara. Quem revisa, ajusta e define o que realmente deve fazer parte do registro é sempre o profissional.
Boa parte do trabalho dele está nas escolhas que dão base ao produto: na forma como os dados sensíveis são protegidos, em decisões técnicas pensadas para continuar funcionando bem ao longo do tempo e em uma preocupação constante com qualidade — mesmo quando existe pressa para entregar.